A rosa de sangue cap. 1 O renascer


A rosa de sangue capitulo 1 O renascer

Era quase inverno abrir a janela do meu quarto o vento era tão frio que fez os pelos do meu braço eriçassem, apanhei o casaco que se encontrava encima da minha cama rezei para ter animo de sair.  Ouvir minha mãe chamando para o café da manha, gritando bem alto meu nome como sempre fazia.

-Mãe da não gritar de manha irá me fazer dor de cabeça novamente.
 -suas dores de cabeça são constantes é melhor ir ao medico.
-Não mãe é só seus gritos de manha. Dei uma gargalhada e ela me deu um beliscão
-ai! ai! Disse eu

Menina isolente se não aguenta meus gritos more em outro lugar. Ela saiu foi chamar meu irmão que apenas tinha dez anos.

Minha mãe se assemelhava a uma estrela de cinema com 30 anos apesar de ter mais do que isso ela tinha cabelos loiros e compridos e olhos bem verdes pele perfeita, realmente não sei como conseguia mais ela sempre se manteve linda nos meus 13 anos de vida pelo menos.

Eu sempre vive, eu, minha mãe e meu irmão nosso pai nunca conhecemos  ele tinha morrido quando eu tinha apenas 3 anos e minha mãe estava gravida de Derik mesmo assim éramos uma família feliz. 

-Amélia vista sua farda o ônibus está para chegar.

Vi-me no espelho o meu cabelo que médio e preto estava um amontoado embaraçado basicamente um desastre estava com olheiras leves meus olhos azuis pioram ainda mais as olheiras e minha pele branca não ajudava também, nem precisaria de maquiagem pesada para parecer uma gótica basta sair do jeito que me encontrava  me arrumei cobrir minhas olheiras e penteei o cabelo uma garota fofa apareceu no espelho.Desce as escadas encontrei minha mãe preparado o café.

-Mais está tão frio mãe
-Frio? O sol está queimando La fora e ajude seu irmão a se trocar ele deve ter voltado a dormir.
Cheguei ao quarto de Derek ele estava jogado por cima de sua cama mais parecia um cachorro dormindo.
-Derek acorda, acorda.
Só conseguia ouvir gemidos.

O puxei a força da cama e ainda dormido levei-o para o chuveiro escovei seus dentes e o arrumei. Diga-me outra irmã faria isso? Deixa que eu responda, não. Mais meu irmão dizendo a minha mãe era minha responsabilidade ela tinha me criado e eu deveria ajudar com meu irmão Derek injustiça ele só acordou quando levei para tomar café.

-Mana quero cereal de chocolate e com bastante, bastante leite.
-Moleque tu me paga daqui a quatro anos. não sou tua empregada já faço demais.
Ele me deu uma risadinha maligna queria dar uns sopapos naquele moleque mais não tinha tempo estava faltando 15 minutos para ônibus.
-Coma logo Derek minha mãe gritava do jardim.
- sim senhora mãe. Ele falou mandando língua pra mim.

Meu ônibus havia chegado eu sair correndo sentei do lado de Sarah minha melhor amiga desde que me lembro. Uma menina ruiva que parecia que tinha espirado tinta marrom  em seu rosto de tantas sardas apesar disso ela era muito bonita e o destacava em sua pele pálida eram seus olhos verdes musgo.

Na aula o professor contava sobre arte grega. 
-Amélia.  seu rosto está tão pálido  está tudo bem ?
-dores de cabeça novamente
- Quer ir à enfermaria?
-não vão achar que eu tenho algo grave. Nesse segundo sentir batidas  cada vez  mais forte no meu coração seguida de uma dor tão  intensa  eu mal conseguia falar ouvia a voz de Sarah ao longe gritava meu nome em desesperada.

Acordei no quarto com minha mãe ao meu lado e o homem com cabelos comprido pretos e olhos tão azuis que eram quase branco que aparentava  ter 25  a 35 anos não dava para dizer recitando algo em uma língua que eu mal conhecia.

- Amélia graças você acordou! Mamãe exclamou
-mãe? Quanto tempo eu dormir? Minha cabeça está pesada me sinto tonta.
-  3 dias. Amélia precisamos conversar com você  querida
-Eu alguma doença que não pode ser curada? Minha mãe começou a ri junto com o homem ao seu lado
 - Amélia eu tenho que conta a verde historia da nossa família esse é Henri (o homem virou  olhou diretamente para os meus olhos.)Como posso dizer isso ela gaguejou e o homem falou
Amélia. sou seu pai. Quando ele disse isso eu sentir uma facada no meu peito.
-Meu pai? Você estava vivo esse tempo todo sabe o quanto eu sofri pq nunca veio nos ver
-Não podia enquanto você é humana eu não posso chegar perto de você é lei na cidade da lua  
-Não entendo nada disso como assim não sou humana? Está louco? Você também não pode ser meu pai, meu pai morreu a quando eu tinha três anos.
- querida escute Henri é seu pai Querida é um vampiro e você é meia vampira e meia bruxa um pouco imortal de parte do meu pai.Eu comecei a ri realmente achava que era uma piada.

-já que não acredita é melhor olhar no espelho por você mesmo como não é puro sangue não tem  os  pontos fracos dos vampiros Henri falou

Eu olhei no espelho e comecei a chorar.
Meu cabelo estava comprido na altura de minha cintura, vermelho cor de sangue, meus olhos ficaram mais azuis quase mais no meu corpo nada havia mudado ainda não tinha seios fartos ou cintura muito fina meu corpo ainda era de igual a antes. Chorei abraçada a minha mãe por horas.
Arrumei minha mala com os meus pertences mais importantes. A partir daquele dia não era mais humana ou teria uma vida normal eu era uma mistura que mesmo ainda não entendia.
Henri ia me levar para sua casa e me educar de acordo como ele disse com uma vampira de verdade. Já que meu sangue vampiro despertou eu podia ter despertado só lado bruxa mais não! Eu despertei o vampírico. Eu ainda não sabia como meu mundo ia mudar daquela rotina que eu sempre pensei que ia ter...

Já não podia ver meu irmão então escreve uma carta de despedida para ele. Iria vê-lo quando despertasse, a chance dele não desperta seria muito pouco quase nula isso era o Henri e mamãe havia me dito mais meu coração ainda se apertava Derek era chato, preguiçoso mais é meu irmãozinho irei sentir saudades dele.

-Daria não se preocupe cuidarei da nossa filha muito bem na cidade da lua é melhor lugar para um vampiro. ele estava olhando profundamente nos olhos da minha mãe ela estava a ponto de chorar ele segurou seu rosto e a beijou. Fiquei extremamente envergonha com a cena tentei me esconder mais era tarde.

-Amélia já está ai?Saímos do hotel que parecia cinco estrelas pelo quarto quer era praticamente um apartamento, descemos de elevador era noite. Minha mãe disse mesmo eu sendo mestiça ainda sim sofria com o sol pela visão aguçada e pele em transformação constante.
Eu ainda não entendia o que era ser o vampiro ou mais ainda uma mestiça não sabia o que era cidade da lua e o meu pai minha vida daqui para frente estava nas mãos dele era muita informação para uma cabeça só quando me olhava no espelho ainda não me reconhecia mudar da noite para o dia e assim vou conhecer meu destino.


Tácyla Moreno